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MANIFESTO MEP

Dezembro 2015

Manifesto pelo Inconsciente:

O DITO

Em 1902, em Viena, foi criada a primeira sociedade psicanalista do mundo.
A Sociedade Psicológica das Quartas-feiras, que viria a ser a Sociedade Psicanalítica de Viena 6 anos depois.

Desde então ocorreram muitas controvérsias, que resultaram no desdobramento da psicanálise em várias correntes. Umas mais "freudianas" do que outras. Mas todas com algo em comum: desejo.

A psicanálise está diretamente vinculada à ética do desejo. Legitima a si, dando-se significado. Toda sua conceituação teórica, métodos de intervenção, suas formas de tratamento e suas possíveis direções de cura implicam essa ética. Mas também a ética como uma possibilidade de reflexão sobre a profissão do analista e sua relação lógica com a realidade.

Nenhum guardião teórico ou instituição detém todo o saber. Sobre o inconsciente e seus efeitos ou sobre a psicanálise. Nenhuma clínica é capaz de dar conta de todo sofrimento psíquico. Freud, ciente disso, desenvolveu a psicanálise como uma práxis regida pela ética do desejo inconsciente e pelo compromisso que se estabelece entre o sujeito e o seu desejo. Nesse sentido, se o analista não dá vazão ao seu desejo, desejo sempre mediado pelo outro, sua abstinência favorecerá a alienação do desejo. Essa ética está presente tanto na formação teórica da psicanálise quanto na sua aplicação prática.

Seja mais que bem vindo. O MEP é de você, por você, para você... conheça, participe e se desenvolva!

O MANIFESTO

O desejo existe e somos a manifestação dele.

Somos um corpo multidisciplinar para estudo continuado da teoria e prática freudiana, lacaniana e suas conexões.

Um espaço institucional para a difusão do conhecimento psicanalítico. Aberto a membresia, a participação e a tudo que soma à psicanálise em todo lugar.

Nossa praxis de possibilitar corpos locais. A missão, trasmissão. O lugar, desejo do saber. O movimento, contínuo!

Somos livres, somos MEP.